Mais um exemplo de equipas que só vêm espreitar e voltar

Atanásio Zandamela
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Arrisco-me a escrever estas linhas mesmo sabendo que pode haver mudanças no próximo domingo quando o Moçambola terminar. Escrevo antes da confirmação da iminente despromoção da formação da Universidade Pedagógica de Manica que, por essa via, poderá juntar-se ao Sporting de Nampula na despromoção. Escrevo porque se tal acontecer repete-se o cenário de 2017 para 2018 no qual dois dos três promovidos (Associação Desportiva de Macuácua e Universidade Pedagógica de Niassa) voltaram para onde haviam saído em apenas um ano.

Escrevo porque em parte percebe-se que regressam à proveniência porque não se prepararam como deve ser para a principal prova do país. E a mim, em particular, continua me preocupando o apuramento de equipas que não fizeram o mínimo de contas das exigências da competição que vão disputar.

Na UP Manica em nenhum momento falou-se publicamente de problemas salariais que são frequentes nos restantes clubes, mas a verdade é que os “pedagogos”, depois de terem dado um pouco de ar da sua graça na primeira volta, perderam-se com o tempo que nem Aleixo Fumo conseguia milagres, caindo aos poucos. Pior é a situação do Sporting, que já entrou para o Moçambola com muitos problemas, com destaque para os financeiros. Trocou treinadores, mas debalde, o leão não deu nenhum rugido e com 29 jogos só tinha 20 pontos – só quatro vitórias, oito empates e 17 derrotas – foi o primeiro a dizer adeus Moçambola.

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