DESPORTIVO DA MATOLA VENCE COM POLÉMICA À MISTURA

Por: GILBERTO GUIBUNDA E JOSÉ CUCHEZA
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Fotos de Luís Muianga
 
De grão em grão vai enchendo a galinha o papo, o que traduzido implica que de jornada a jornada vai o Desportivo da Matola aguentando-se, surpreendentemente, na liderança da “segundona” na disputadíssima Zona Sul. Na terceira jornada os matolenses tiveram mesmo que usar o fato-macaco para sair do seu pelado com os três pontos, ante a aguerrida formação do Ferroviário de Gaza, de Erasmo Cabral, que andou largo período do jogo em vantagem, fruto do golo de Djusta, apontado nos primeiros quarenta e cinco minutos do jogo. Os forasteiros, diga-se, de tudo fizeram para conservar até ao fim este magro resultado e em algumas situações até estiveram próximos de dilatar a vantagem, valendo-se ora da pronta intervenção do guardião Calisto e outras vezes da parede defensiva escalada pelo técnico Gervásio Mavume, ou simplesmente Caló, antigo pupilo do Maxaquene ou do Ferroviário de Maputo. A vantagem, no entanto, só durou até ao minuto 75, pois no último quarto de hora de jogo os donos da casa, cientes da desvantagem e do que ela representaria na tabela classificativa, conseguiram anular a contenda (Sansão igualou o jogo aos 82’) e virar o resultado a seu favor, com o golo que deu vitória bastante contestada com os “locomotivas” de Gaza, para quem o árbitro da partida, Cláudio Macamo, teve “mão” no cartório ao não assinalar uma falta cometida no seu último terço por um jogador do Desportivo, precedendo o lance que deu origem ao golo de Mandoza nos instantes finais dos cinco minutos de compensação concedidos pelo juiz da partida e que consequentemente deu vitória aos donos da casa. Houve uma paragem da partida com a intervenção dos homens da segurança para desanuviar os ânimos.

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