RECUPERAR A COROA AFRICANA EM LUANDA COM O “MUNDIAL” DE BARCELONA NA MIRA

Por: IVO TAVARES
Fotos de Arquivo

A Selecção Nacional de hóquei em patins perdeu o estatuto de melhor de África no Campeonato do Mundo realizado em Nanjing, China, em 2017, a favor da sua congénere angolana. Será precisamente em terras angolanas que o combinado nacional terá a tarefa de recuperar a coroa africana, quando de 8 a 10 de Março disputar as eliminatórias para o Mundial/Barcelona-2019, algo que acontece pela primeira vez na história do da modalidade, à luz do novo modelo de qualificação implementado em 2018 pelo Comité Internacional de Roller Hockey (CIRH).

Ora em Luanda, mais precisamente no Pavilhão Multiuso do Kilamba, os hoquistas nacionais terão a árdua missão de vencer o “Africano”, o único posto que dá direito à participar no World Championship, termo que desde 2017 passou a ser usado para designar o Grupo “A”. Nesse grupo estarão as oito melhores selecções e só elas poderão lutar pelo título de campeão do Mundo. Em face do novo modelo, a disputa para estar entre a elite do hóquei ficou mais apertada, visto que tudo passa pelo sistema de qualificação e no caminho estará a forte selecção angolana, quinta classificada no último “Mundial”, para além da África do Sul e Egipto. Sublinhe- -se que no último “Mundial” o colectivo nacional ficou em oitavo, após ter perdido frente ao Chile.

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