QUANDO CADA UM JOGA “O SEU”

Por: Joca Estêvão
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Foto de Arquivo

A Guiné-Bissau provou que não é um “monstro”, mas demonstrou ser organizada e matreira. Jogou o quanto baste para conseguir levar do Zimpeto um ponto precioso, marcando dois golos “fora de portas” que podem ser fundamentais nas contas finais. Cabia a Moçambique, jogando no seu reduto, mandar no jogo, jogando em posse, sobretudo com princípios de jogo bem definidos, o que não se chegou a verificar em nenhum momento dos mais de noventa minutos. Apesar de ter marcado dois golos (o segundo num fora-de-jogo, em nossa opinião), Moçambique não criou situações de ataque com cabeça, tronco e membros.

Obrigado a jogar para ganhar, Abel, ainda assim, colocou dois jogadores defensivos (Kambala e Geraldo), que mesmo tendo grande capacidade de choque não implementaram qualidade na construção do jogo. Resumindo, os jogadores não cumpriram as suas tarefas ou não as tinham. Se Moçambique vencesse provavelmente todos os argumentos esboçados pelo treinador seriam válidos. Vejamos como actuou cada um dos jogadores escalados por Abel Xavier.

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