Solidariedade visível

A equipa do Ferroviário da Beira, além de já ter demonstrado ter uma estrutura forte para competir em grande nível em todas as frentes, deixou ficar claro, durante o Moçambola, ser um grupo bastante unido e solidário, situação bastante visível nas várias circunstâncias do jogo, mesmo quando a equipa não se encontra da melhor maneira para se bater de igual para igual com os adversário.

Na defesa, fora Cufa, o veterano e experiente jogador, nasceram outros valores que ajudam a tornar a sua defesa sólida, onde Amorim, Edson, e mesmo Hagy, preenchem a lacuna de cada um, com auxílio de outros jogadores discretos como Thomas, a astúcia de Fabrice, do sempre perigoso Nelito, que teve um grande apoio, nos últimos jogos, face a lesão de Gildo, de Dayo, bastante decisivo na conquista do título. A existência de Maninho, também experiente, também dá um melhor auxílio ao alicerce montado, numa estrutura que de ano em ano foi dando aviso de querer escrever o seu nome na lista das melhores referências moçambicanas como clube.

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