As razões que condicionaram a viagem dos Mambas a Libreville

Tratando-se de um assunto que divide as sensibilidades, com os mais cépticos a associarem a não passagem dos Mambas para a fase seguinte à opção por um voo charter que acabou tendo atraso de 48 dias, solicitámos o esclarecimento da direcção do executivo de Simango Jr para a devida clarificação, tendo cabido a António Caetano de Sousa, Vogal de Direcção e chefe da delegação, as explicações públicas através deste semanário.

 

– Como todos sabeis, a marcação de jogos para as fases de qualificação para o Mundial são sob a égide da FIFA, elas decorreram em todo o mundo e nos mesmos moldes, quer na Europa, nas Américas, na Ásia, tal como o foi no nosso continente. Sucede que, para nós, coube-nos a sorte de calhar com o Gabão, cuja distância, por aquilo que são as estimativas de voos, são cinco horas de viagem directa, a partir de Maputo, para Libreville, em detrimento de 18/20 horas, na eventualidade de se fazer o mesmo percurso, através de voo comercial, começa por dizer, António Caetano de Sousa, que faz até questão de deixar claro que não foi um caso isolado por parte da FMF, garantindo que muitas outras selecções optaram pelo mesmo caminho, incluindo a própria Selecção do Gabão, quando veio a Maputo.

(Acompanhe a reportagem completa na nossa edição impressa)