VAMOS PARA CIMA DELES, RAPAZES!

Joca Estêvão
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Mesmo faltando quatro jogos para o final da campanha de qualificação ao CAN-2019, sinto-me forçado a dizer que a dupla jornada com a Namíbia é o “tudo ou nada” porque, para todos efeitos, somos obrigados a vencer os dois jogos ou, no mínimo, vencer um e não perder o outro. Por isso o meu grito e de muitos outros tem os dizeres seguintes: vamos para cima deles, rapazes! Mas vamos com tudo mesmo. Comam a relva se for preciso. Em todos os momentos dos 120 minutos pensem simplesmente que vencer é um imperativo.

Por isso mesmo, esqueçamos desde já qualquer tipo de diferenças que possam existir, unai-vos, solidarizem-se antes e durante os jogos, pensando nos mais de vinte milhões de almas espalhadas por este território banhado dos limites pelo Índico, que indica a vitória dos Mambas; vitória do povo moçambicano que não pode ficar preso às memórias das qualificações passadas. Lembre-se que separaram-nos da última participação num CAN oito anos. É muito tempo.

Neste momento não quero saber se vão estar dentro de um modelo de jogo quando entrarem em campo ou se conseguirão fazer uma exibição melódica, porque nem todos podem ter competência para fazer um “jogo cantando”. Não quero saber se as escolhas que o Abel Xavier fez são as melhores. Eu também sou treinador; treinador de bancada. Cada cidadão, entre analistas, jornalistas, dirigentes e adeptos também o são, em certos momentos somos obrigados a ser treinadores, principalmente quando não concordamos com a estratégia ou plano usado para o jogo.

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