Assalto a Portugal e um aceno ao Zuneid, Dário e Chiquinho

ReginaldoCumbana
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Depois de muitos anos de “hibernação”, no que se refere à transferência de desportistas moçambicanos de Moçambique para Portugal, eis que a época futebolística 2018- 2019 se nos apresenta como um inigualável momento de boom, jamais visto mesmo, um êxodo de jogadores e treinadores moçambicanos para aquelas terras lusas, com todos os ganhos recíprocos que isso significa, merecedores de registo e aplausos.

Seria de todo insensato não aplaudir os esforços que Zuneid Sidat vem fazendo no sentido de materializar o seu sonho – que, aliás, é de muitos de nós – de ver Moçambique a breve trecho se qualificando para um campeonato do Mundo de futebol. Alguém pode rotular Zuneid de alimentar sonhos utópicos, mas a sua luta como o maior agente FIFA de Moçambique é justa e visível, ele que para dinamizar os seus intentos instalou-se em Portugal, onde vem fazendo um trabalho notório.

Além de representar muitos jogadores moçambicanos que evoluem na Europa, com destaque para Zainadine Jr. (Marítimo), Wittiness Quembo (Nacional da Madeira) e Reinildo Mandava (Belenenses), todos da I Liga Portuguesa, Zuneid é uma espécie de ponta-de-lança do pai (Rafik Sidat) e Juneid Lalgy, dois proeminentes empresários moçambicanos que este ano cometeram a salutar ousadia de investirem na SAD do Amora FC, onde detêm 75% das acções.

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