AS FACÇÕES PÕEM DE PÉ

Não quero tomar partido de nenhuma das facções do futebol moçambicano, ainda que espere, como hábito pelos seus mais prestigiadores actores, designarem o lado a que pertencemos. Independente de qualquer que venha ser a opinião, antecipadamente, digo que estou-me nas tintas, pois o meu compromisso é mesmo com a verdade dos factos, prossigo com aquilo que penso. Aliás, para mim ainda não surgiu um único elenco de associações desportivas que me encantem. A única certeza é de que há umas piores que as outras.

 

Percebo igualmente que as eleições da federação de futebol já começam a mexer as águas, colocando as facções de pé, voltando a ser o pobre futebol em risco de, uma vez mais, passar por vítima por interesses que fogem à vontade de elevar Moçambique a patamares verdadeiramente desejáveis.

Vi com desagrado os acontecimentos de Quelimane, quando os adeptos do seu representante no Moçambola agrediram os jogadores e os membros do Textáfrica do Chimoio alegando que a acção era em resposta ao que a sua equipa tinha passado na Soalpo. Houve uma manifestação total de repúdio ao sucedido. Esperei pela intervenção da federação, que uns dias depois fez-se sentir. Aliás, o presidente da federação já tinha dito, numa vontade de ver a violência fora dos nossos campos, que não sabia perder e com decência (concluo) que ficasse em casa.

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