Que não volte a faltar “honra”

Assim, a prova que sempre começa num ambiente bastante festivo termina num clima de inimizades e desconfianças, desnecessárias para a reorganização que se pretende no nosso futebol, ao se dar oportunidade às equipas do campeonato secundário de terem uma prova com alguma regularidade e quiçá por essa via devolver os espectadores aos campos e nalgum momento funcionando como uma montra onde os clubes do Moçambola podem ir buscar seus reforços.
Lembro-me, inclusive, que o seleccionador nacional, Abel Xavier, no ano da sua estreia (2016) no comando dos Mambas desceu à base e “descobriu” um Loló que estava “perdido” no Estrela Vermelha para a qualidade que demonstrava na altura.

A edição deste ano iniciou há duas semanas, em festa algo semelhante à passada. O que me preocupa é que fazendo “replay” surgem na memória tristes histórias de uns dirigentes a se emocionarem, gastando tudo que tinham para a festa da abertura, para depois – já com a prova em andamento – não conseguirem os meios necessários para chegar ao fim. Quem não se lembra do caso
do Desportivo de Mueda, que ficou pelo caminho, depois duma festa de arromba na “abertura”.

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