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Desencontros que minam o nosso basket

 

 

BOLA PRESA

Bola presa é um espaço de opinião que marca a minha estreia (jornalista Deanof Potompuanha) no jornal desafio. O termo “bola presa” remete-nos ao basquetebol, uma das minhas paixões desportivas.

Em basquetebol, bola presa ocorre quando um ou mais jogadores de equipas adversárias têm uma ou ambas as mãos segurando firmemente a bola, de modo que nenhum jogador ganhe a sua posse sem aplicar excessiva dureza.

No entanto, não é sobre basquetebol que passarei a falar nos meus artigos de opinião, mas de vários assuntos que mexem com o desporto. Por uma questão de enquadramento, optei neste texto inaugural por fazer uma breve apresentação para que se perceba, sem nenhuma estranheza, esta coluna que passará a fazer parte deste privilegiado hebdomadário desportivo moçambicano.

Naquele Inverno de 1891 o professor de Educação Física James Naismith não imaginara que a modalidade que foi desafiado a inventar teria repercussões tais como admitimos hoje, muito menos que conquistasse a paixão de um moçambicano, um século depois da sua existência. A paixão – pela modalidade – foi tão forte que o nome da minha coluna de opinião não teria outro nome senão o de uma das regras de basquetebol, embora os temas transcendam a modalidade da “bola ao cesto”. Mas como o assunto a que me propus desenvolver no título deste artigo julgo mais importante que as minhas paixões pelo basquetebol vamos à “bola presa”.

Moçambique estreia-se na fase de qualificação africana ao Campeonato do Mundo China-2019 no dia 23 de Fevereiro de 2018, diante da Costa de Marfim, em Maputo, cidade que acolhe os jogos da primeira “mão” da fase qualificativa. Já no dia seguinte enfrentará a República Centro-Africana, encerrando a primeira etapa contra a forte selecção senegalesa.

A segunda “mão”, que será disputada no Senegal, só retoma a 29 de Junho, quando Moçambique voltar a defrontar a Costa de Marfim. No dia seguinte o adversário será a República Centro-Africana, encerrando contra Senegal a 1 de Julho.

Esta operação é do conhecimento da Federação Moçambicana de Basquetebol (FMB), que foi naturalmente comunicada das alterações que o modelo de qualificação teria a partir deste ano, sendo que, inclusive para os outros grupos, já foi disputada a primeira “mão”. Será a primeira vez que o Continente Africano terá cinco vagas para a fase final da copa do mundo.

A 74 dias da primeira jornada, que por sinal será no Pavilhão do Maxaquene, nada se sabe sobre o combinado nacional e não se pratica basquetebol há duas semanas em Maputo, cidade que contribui com grande parte dos atletas. Ao que tudo indica, até Fevereiro não haverá competição!  Tudo porque não houve avanços nas negociações entre os árbitros (que reclamam o pagamento dos subsídios) e a associação local. Na prática as competições pararam em todos os escalões!

O Ferroviário da Beira, único clube de fora da capital moçambicana com atletas seleccionáveis, encontra-se na Tunísia, onde desde hoje até ao dia 20 disputa a Taça dos clubes Campeões de África. E é natural que depois tenham um tempo de repouso, que poderá abranger o período da quadra festiva. Ou seja, até Janeiro é pouco provável que tenhamos a Selecção a trabalhar. A triste realidade é que teremos, na melhor das hipóteses, um mês para prepararmos uma qualificação ao “Mundial”, e sem competições!

E se a minha profissão dá-me liberdade para questionar quem poderá responder a estas questões - para que correm os jogadores? Para que investem os clubes? Qual é o propósito do nosso basquetebol? -, ou serão perguntas retóricas!?

Se os juízes estão em “greve” quem vai desbloquear esta “bola presa”?

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A coragem de Chicualacuala

Em edições anteriores fizemos alusão a alguns desacertos no Costa do Sol, sempre com o mesmo artista em evidência: o presidente Chicualacuala. Recentemente, o mesmo personagem surge numa nova novela, mas com um papel claramente diferente e elogiável.

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Norte… sempre Zona Norte!!!

Fair-Play

Anda todo o mundo, nos dias que correm, na expectativa em relação ao apuramento do representante da Zona Norte do país, para a próxima edição do Campeonato Nacional de Futebol, o Moçambola. Em causa está a demora da homologação dos resultados das últimas jornadas do Campeonato Nacional da Divisão de Honra desta parcela do país.

Quando a prova futebolística arrancou, tudo levava a crer que seria um mar de rosas, salvo um e outro eventual solavanco, o que seria de considerar absolutamente normal, tal como tem acontecido em processos de semelhantes. Mundos, fundos e personalidades foram mobilizados para o Planalto de Mueda, para testemunharem o pontapé de saída deste terço do segundo campeonato futebolístico do nosso país, num gesto que também levava o rótulo de reconciliação com o país-futebolístico, em razão dos desfechos anteriores.

As goleadas históricas de 2015, que acabaram ditando a “repescagem” do Desportivo de Lichinga foram o começo da manifestação do anti-desportivismo praticado nesta parcela do país, com resultados nefastos que a seguir se verificaram, pois a equipa que depois teve a missão de representar a Zona Norte não tinha estrutura suficientemente forte (nem teve tempo para a preparar) para fazer face às exigências do Moçambola. E o resultado disso foi o seu imediato regresso à “Segundona”, com a imagem dos gestores da Casa do Futebol a ser posta em causa, pois houve que decidir o apuramento… debaixo do ar condicionado.

Ano passado, a versão mudou. De goleadas passou-se para faltas de comparência. A razão apresentada é a mesma, mas tenho, para mim, que as motivações são diferentes e aos magotes, resumindo-se todas num fenómeno tão misterioso quanto monstruoso, que é a corrupção, em nome de defesa de grupos de interesse e interesses de grupos. Uma vez mais, acabou sendo a Província do Niassa, beneficiária destas indecências desportiva, não sem antes se jorrar rios de tinta. A UP do Niassa entrou e, ao que tudo indica, voltará a sair, imediatamente, pela porta pequena, em razão do desprovimento da indispensável estrutura para embates como os do Moçambola. É triste.

Este fim-de-semana terminou o Campeonato Nacional de Divisão de Honra, na mesma Zona Norte. Como fiz referência acima, o Sporting de Nampula ainda não pode festejar. Pelo menos oficialmente. Talvez o faça dentro de dias, com a desqualificação oficial do Desportivo de Mueda, facto que, de acordo com os regulamentos, poderá implicar a invalidação de pontos que alguns emblemas possam ter amealhado nos confrontos contra o conjunto do Planalto de Mueda. Um deles é, justamente, o Sporting de Nampula, que, ao longo de todo o ano, primou por uma invejável regularidade. E se a sua qualificação consumar-se será, certamente, por se ter revelado uma formação com propósitos bem definidos. Mas as faltas de comparência não deixam de constituir a tal mancha que se devia e se podia evitar.

Seria necessário que se criasse um regulamento específico só para a Zona Norte? Acho que não! Recorrer-se ao pagamento de alguma caução, como pré-condição para se entrar nesta competição? Não vejo de onde viria o tal dinheiro. Mas, uma coisa é certa. Há que se mudar esta forma de estar e de fazer no nosso futebol.

Com todo o fair-play…

César Langa

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A dança dos promovidos para o nosso Moçambola

Fair-Play

Estão, há bastante tempo, estabelecidos os critérios de rotação, entre promoções e despromoções das nossas equipas em diferentes competições do calendário futebolístico elaborado pela Federação Moçambicana de Futebol (FMF), desde as provas das camadas de formação até à principal prova, que é o Moçambola.

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Para que caixa de lixo mando a Inspecção do MJD?

Duplo-Duplo


O degradante desempenho da Selecção Nacional Feminina de Basquetebol da categoria de Sub-16, sábado último terminado na cidade da Beira, fez-me ultrapassar as medidas da minha imensa quanto longa paciência para com quem dirige o basquetebol moçambicano, em particular, mas também, e de modo geral, para com a Inspecção do Ministério da Juventude e Desportos.

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Prendam, julguem e condenem mais bandidos

Linha de passe

“Prendam, Julguem e condenem mais bandidos”… não sei se esta deve ser a ordem exacta, mas o salutar é elogiar o bom exemplo que chega de Monapo. Equipa de arbitragem e um delegado foram detidos em conexão com um crime de corrupção num jogo de futebol entre a Liga Desportiva de Monapo e o Sporting de Nampula.

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