GUNGU APROPRIOU-SE DUM KARATECA

Por: Gilberto Guibunda
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Fotos de Isaías Sitoe

Um mundo é um palco, escrevera o dramaturgo, actor e poeta inglês William Shakespeare nas suas mensuráveis e incontáveis citações. Para ele, homens e mulheres não mais são que meros actores. Entram e saem da cena e durante a sua vida não fazem mais do que desempenhar alguns papéis. E quando assim o disse quiçá mostrava a verdade nobreza do teatro, um templo, onde o palco é o altar e o actor o sacerdote. Um denominador comum que une a lágrima e o sorriso num só rosto. Samuel Fernando Malumbe, de seu nome completo, encontra neste trecho a sua identidade e personalidade, uma vez que é do teatro que se fez homem, apesar de em largo percurso da sua vivência ter experimentado outros ofícios. Do teatro se emanou e faz dele o seu modus operandis do quotidiano.

As barbas e cabelos brancos em nossas sociedades explicam o avanço da idade, mas Samuel Malumbe nega redondamente esta ternura da idade (idade são apenas números) e considera-se ainda um jovem como tantos outros da década 50, que nasceu e cresceu no histórico bairro de Chamanculo “C”, tendo tido o manancial das inúmeras brincadeiras do tempo com os demais petizes do seu tempo.

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