OS PECADOS DE UM GAROTO

Por: Joca Estêvão
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Fotos de Arquivo

Há, naturalmente, razões muito fortes que levaram o técnico Nélson Santos a pronunciar-se daquela forma antes do final do campeonato, prova que discutia severamente com a União Desportiva do Songo. Provavelmente o técnico quisesse fazer o aproveitamento circunstancial, despedindo-se do seu público, em virtude do jogo com o Textáfrica do Chimoio ser o último disputado no Estádio da Machava. Independemente das razões, a atitude chocou a todos aqueles que nem sequer haviam cogitado essa possibilidade.

Esse foi, entre os vários pecados cometidos por Nélson Santos na presente temporada, aquele que será recordado na curta passagem pelo Ferroviário de Maputo, principalmente por ter sido protagonizados alguns minutos antes de uma partida, a primeira das três últimas do campeonato, num momento em que a sua equipa devia ter concentração máxima para entrar em campo e jogar todos os seus argumentos para atacar o título, anunciar o rompimento, o que pode ter tido influência nos primeiros minutos do jogo (os jogadores já sabiam, de certeza).

Nélson Santos não quis adiantar as razões da sua decisão e, por conseguinte, ficaram no ar todas as interpretações possíveis, até de uma possibilidade de sabotagem do seu trabalho por alguns membros da Direcção locomotiva, por este ser aposta de Sancho Quipiço Jr, o presidente da colectividade locomotiva. Tudo o que se diz não passa de especulação. Nenhuma das partes pronunciou-se sobre as reais causas.

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