ENTRE O PARAÍSO E A DESILUSÃO

Por: Joca Estêvão
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Fotos de Arquivo

Com a qualificação à final da Taça de Moçambique da presente edição, o Ferroviário da Beira pode salvar a época, que se projectara para ganhar tudo, mas acabando por fazer um percurso num Moçambola algo sinuoso. No jogo em atraso frente ao “lanterna vermelha” Sporting de Nampula goleou por 6-0 (até aqui o resultado mais desnivelado do Moçambola-2018) e subiu vários degraus na tabela classificativa, mas já chegou a estar entre as equipas que figuravam abaixo da “linha d’água”.

Para uma equipa que se sagrou campeã nacional em 2016 e que no princípio deste ano assumiu a candidatura a ganhar tudo, estando fora da corrida ao título muito antes da disputa das últimas cinco jornadas, pode considerar-se desilusão.

O presente artigo foi elaborado antes da realização da 27ª jornada (o Ferroviário tinha 25 jogos, uma vez que ainda tem um jogo por realizar frente ao Desportivo de Nacala), levando-nos a fazer uma apreciação às últimas cinco temporadas, com 25 jogos efectivados, concluindo-se que a presente é a prior do último quinquénio, na qual com 25 jogos soma oito vitórias, oito empates, nove derrotas. Os locomotivas do Chiveve marcaram 32 golos, contra 23 sofridos, e somam 32 pontos.

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