NOSSO DESAFIO PASSA POR CONTINUARMOS A EXPANDIR A PRÁTICA DA NATAÇÃO

Por: AtanÁsio Zandamela
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Fotos de Jaime Machel

Deolinda Mabote Nunes defende no seu manifesto eleitoral a organização da Federação Moçambicana de Natação (FMN) que neste momento está, segundo a família da natação, pouco organizada, sendo esta a condição “sine qua non” para cumprir o desafio de expandir a prática da modalidade nos locais onde existem infra-estruturas para o efeito. A candidata diz não fazer sentido que não se tenha ainda conseguido difundir a prática da natação ao nível nacional que neste momento cinge-se a um número muito reduzido de associações. Praticamente só duas associações se fazem evidenciar (Maputo e Sofala). A aspirante ao cargo de presidente da FMN garante que vai trabalhar com vista à melhorar este cenário. Para tal promete implementar um projecto a médio prazo visando a transformação de núcleos da modalidade em associações na esperança de ver as mesmas a funcionarem efectivamente. Em relação ao trabalho de campanha, já efectuado, destaca o facto de ter feito uma visita a Sofala, onde concluiu que “a Associação de Sofala, por exemplo, regista um movimento forte, embora não tenha instalações próprias. Senti que faz muito esforço pelo nível de atletas que apresenta e por amor à camisola de alguns. Aliás, esta é a realidade de muitos praticantes”, reconheceu.

Assim, o elenco de Mabote defende que “todas as províncias deviam ter mais apoio”, disse para depois sublinhar que “não venho com promessas de criar num mandato associações em todo o país. Defendo que se deve melhorar o Plano Estratégico da FMN. Aliá-lo aos planos das organizações congéneres e beber da experiência destas. Contudo, sou da opinião que um trabalho conjunto e com a ajuda do Ministério da Juventude e Desportos pode ajudar as associações a terem sedes próprias e a apresentarem-se melhor estruturadas”, acredita.

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