O vinho saberá melhor a Pep

No “derby” da amizade entre José Mourinho e Pep Guardiola venceu o Manchester City em casa do rival United, por 1-2. Kevin de Bruyne foi decisivo, num jogo intensíssimo até ao fim, mas que deixa os “sky blues” no topo da liga inglesa.

Os dois treinadores cumprimentaram-se antes do início, com Mourinho sorridente e a abraçar o espanhol, que viu a equipa que orienta começar melhor.

Após um remate de Pogba, o City pegou no jogo, foi mais agressivo desde o início e passou grande parte do primeiro tempo sem cometer grandes erros individuais. Ora, na génese do 0-1 esteve precisamente uma falha de um jogador, no caso, Daley Blind.

Kolarov deu um chutão desde a área do ManCity para a frente, Iheanacho cabeceou para trás e o holandês, sem perceber a posição dos adversários, posicionou-se para receber a bola. De Bruyne apareceu que nem um foguete, antecipou-se e ficou sozinho com De Gea. O belga não falhou.

A passividade do United era demasiada para tamanho jogo. Assim, com o City ainda em controlo, De Bruyne entrou na área, rematou ao poste e com a defesa dos “red devils” a ver, Iheanacho fez o 0-2 sem problemas. O belga era a principal figura do encontro, logo ele que Mourinho transferiu para a Alemanha, aquando da passagem de ambos pelo Chelsea.

Com Mkhitaryan e Lingard a serem opções falhadas, o United decidiu, nos últimos instantes do primeiro tempo, começar a jogar mais longo e foi numa jogada dessas que Cláudio Bravo falhou e permitiu a Ibrahimovic, num remate tão surpreendente como de qualidade superior, a reduzir para 1-2.

O sueco podia ter empatado logo de seguida, mas não percebeu que havia um defesa entre ele a baliza e, assim, não aproveitou novo erro do guarda-redes chileno. O descanso deixava todos com dúvidas sobre o resultado, mas com a certeza quase absoluta de que Mourinho ia mudar.

Rashford e Herrera foram a jogo, saíram Lingard e Mkhitaryan: o United melhorou. Subiu os níveis de intensidade, embora o ManCity estivesse sempre à espreita. Houve ocasiões de um lado e outro, com os “red devils”, na ponta final, a tentarem causar o caos na defesa dos rivais, com lançamentos longos para a cabeça de Ibrahimovic e Fellaini.

No entanto, Guardiola também respondera: foi pragmático, tirou um ponta de lança, meteu o ex-portista Fernando e acabou a retirar De Bruyne e lançar Zabaleta. Segurou a vantagem e o copo de vinho quase prometido após a partida, vai saber-lhe melhor do que a Mourinho. Manchester saiu do “derby” com céu azul.

Totti decide nos descontos

A Roma venceu ontem a Sampdoria por 3-2, em encontro da terceira jornada da Serie A.

Depois do dilúvio que se abateu sobre a capital italiana e que obrigou à interrupção do encontro a Roma conseguiu recuperar de um resultado desfavorável e “resgatar” o triunfo que parecia impossível.

Os romanos até saíram na frente, graças a um golo do egípcio Salah, logo aos 8 minutos, mas a Sampdoria, com o português Bruno Fernandes no banco, deu a volta ainda antes do intervalo,, com golos de Muriel e Quagliarella, aos 18 e 41, respectivamente.

No segundo tempo Spaletti fez entrar Totti e o veterano jogador haveria de ser decisivo. Primeiro assistiu Dzeko para o golo da igualdade. Depois, aos 90+4, na sequência de uma grande penalidade, Totti deu a vitória aos romanos, prolongando também a reputação de jogador talhado para os golos decisivos.

Com este triunfo sofrido, a Roma ascendeu ao segundo lugar do campeonato, a dois pontos da líder Juventus.

A primeira vitória do At. Madrid

O At. Madrid conseguiu a primeira vitória na Liga espanhola na manhã do último sábado. Chegou à terceira jornada e com goleada na visita ao Celta Vigo (4-0), com mais dois golos e uma assistência de Griezmann.

Depois de dois empates e apenas um golo marcado no arranque da Liga, os “colchoneros” demoraram a convencer em Vigo, num jogo em que Tiago começou no banco, tal como André Moreira. O médio português entrou aos 81 minutos, para render Gabi.

Foi uma primeira parte sem muito que contar e com o Celta a conseguir até algum ascendente. A segunda parte foi diferente, sobretudo a partir do momento em que Koke descobriu o caminho para a baliza do Celta. Aos 53 minutos, a passe de Griezmann, fez o 1-0 e deu ascendente ao Atleti.

Depois foi a vez de Griezmann assumir o papel de referência da equipa. Dois golos de cabeça do francês, aos 73m e 81m, definiram de vez o jogo. Angel Correa fixou o resultado final aos 89m.

O Atlético soma agora cinco pontos.

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sábado, 30 março 2019
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