Segundo lugar não evita quarta ausência consecutiva

Completou-se ontem a lista das 16 selecções africanas apuradas para a fase final da 31ª edição do Campeonato Africano das Nações (CAN) que terá lugar entre 14 de Janeiro e 5 de Fevereiro de 2017, no Gabão. Do grupo de ausentes destacam-se três antigos campeões africanos, Zâmbia, Nigéria e África do Sul na competição que marcará estreia da Guiné-Bissau.

Até à entrada da última jornada ainda havia seis vagas em aberto, incluindo-se duas na qualidade de segundo melhor, mas, como já se sabia, o segundo lugar de Moçambique não significou nada porque foi dos piores segundos da campanha com sete pontos enquanto os apurados nesta condição somaram 13 (Uganda) e 11 (Togo). Assim Moçambique falha pela quarta vez consecutiva presença na fase final depois de 2012, 2013, 2015 e 2017.

Dos palop’s só Guiné-Bissau

A lusofonia estará representada no CAN pela surpreendente Guiné-Bissau, enquanto Cabo Verde, juntou-se aos fracassos de Moçambique, Angola e São Tomé e Príncipe.

Ao perder (0-1) em casa diante da Líbia a selecção cabo-verdiana, que era a única dos PAPLO’s com hipótese de se apurar, perdeu igualmente a possibilidade de se apurar para a fase final na qualidade de um dos melhores segundo classificados.Cabo Verde terminou a fase de apuramento com nove pontos em segundo lugar atrás do líder Marrocos com 16.

Desta forma os cabo-verdianos falharam o apuramento pela terceira vez seguida, depois de 2013, na África do Sul, e 2015, na Guiné Equatorial.

Entretanto, a Zona Austral de África será representada pelo Zimbabwe num CAN que não terá o campeão de 2012 (Zâmbia) nem o de 1996 (África do Sul), que tal como a Nigéria não se qualificaram nas grandes surpresas da campanha.

Entretanto, a Costa do Marfim apurou-se ao CAN porque o vencedor do seu grupo é o Gabão, país que sediará a competição.

Eis a lista dos apurados: Gabão, como país anfitrião. Primeiros classificados: Marrocos, Argélia, Camarões, Senegal, Egipto, Gana, Guiné-Bissau, Zimbabué, Costa do Marfim, Burkina Faso, Tunísia, RD Congo, Mali. Como segundo melhores: Uganda e Togo.

Djibouti terminar campanha sem ponto

A selecção do Djibouti foi a mais fraca destas eliminatórias tendo terminado a sua participação na fase de grupos sem sequer um ponto. Aliás, apenas marcou um golo e sofreu 24, o que corresponde o pior saldo da competição (23 negativos).

No melhor plano da campanha destaca-se Senegal com uma participação de se lhe retirar o chape, pois fez pleno nos seis jogos, somando 18 pontos.

Atanásio Zandamela

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