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Celebrado quarta-feira última em todo o planeta o nosso país escolheu como lema das comemorações do Dia Mundial do Ambiente “Vamos Ordenar o Nosso Bairro para melhorar a Nossa 

Vida”, cujas cerimónias centrais decorreram na província de Sofala, distrito de Nhamatanda, com a presença da Ministra Para Coordenação da Acção Ambiental, Alcinda Abreu.

Conforme soubemos, a escolha do lema justifica-se pelo facto de Moçambique possuir mais de 70 por cento da sua população urbana (correspondente a 35 por cento da população total) vivendo em assentamentos informais.

Aliás, nota-se que nos centros urbanos, particularmente nas áreas circundantes dos grandes empreendimentos económicos e também nos aglomerados populacionais rurais, cresce a ocupação do espaço de forma desordenado. Este facto estende às áreas de reserva, resultante da fraca implementação dos instrumentos e da falta de capacidades das instituições em promover espaços devidamente ordenados.

Com efeito, o governo do nosso país concedeu o Programa Nacional de Ordenamento dos Bairros, e o mesmo decorre a partir deste ano até 2025 em todo o país. O seu enfoque centra-se na promoção de acções ao ordenamento territorial sustentável, sendo que decorrerão neste período actividades de sensibilização nacional sobre a necessidade e vantagens de ordenar os bairros.

Para o efeito, mensagens ambientais educativas que se vão incidir na sensibilização das comunidades sobre os aspectos de boas práticas de conservação dos bairros, serão disseminadas. Este programa irá incluir todos os seguimentos da sociedade, incluindo particularmente os bairros, as escolas e outros aglomerados populacionais nas áreas urbanas e rurais. 

Opinião

Nyusi: O FAROL

Parece-me – para não afirmar que o é – razoável o argumento avançado no jornal domingo por um articulista, o qual defende que, por força do contexto que o país está a viver, há necessidade de distinguir uma linha divisória de acção entre o Presidente da República e do Partido. Isto é, um cidadão a zelar pelos interesses superiores da nação, sem carregar nos ombros a responsabilidade de dar a cara pelo programa partidário. Efectivamente, o articulista alega que o Presidente, aliviado da carga de ser também o farol do Partido, terá mais tempo para discernir os melhores caminhos de gestão para a máquina burocrática do Governo.

Uma situação que merece ser investigada

Os números são elevados. Extremamente altos. Até parecem irreais. Mas, ao que tudo indica são verdadeiros. Quem os divulga é o jornal “Notícias” do passado dia 16 (página 3), que titula Vinte e três pessoas presas por roubo de viaturas. Logo a seguir, escreve o matutino que Vinte e três indivíduos pertencentes a 12 quadrilhas de malfeitores foram detidos nas últimas três semanas pelas autoridades policiais na cidade de Maputo indiciados de envolvimento no roubo de viaturas com recurso a armas de fogo.

Uma lição para Dhlakama aprender

A prisão de António Muchanga, por mais ruído que possa ter criado pela forma como esta ocorreu, todos concordam que a mesma peca por tardia. Em Moçambique existe um unanismo quanto à necessidade de uma musculação do estado de Direito, sempre que estão em causa valores que ferem a segurança do estado.

ESTAREMOS JÁ PERANTE OS SINAIS DO FIM DOS TEMPOS?

"E o irmão entregará à morte o seu próprio irmão, e o mesmo fará o pai a seu filho. E os filhos se rebelarão contra seus pais e os matarão”. Marcos 13:12

Tabelas de Preços

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Taxas de Câmbio do Dia

Países Compra Venda
Estados Unidos 30,43 30,63
Àfrica do Sul 2,91 2,93
Swazilândia 2,91 2,93
Meticais por 1000 Unidades de Moeda
Malawi 75.14 75,63
Tanzânia 18,69 18,81
Zâmbia 5,87 5,91
Zimbabwe 80,50 81,03
Japão 297,84 399,79
Meticais por Unidades de Moeda
Canada 27,83 28,01
Dinamarca 5,62 5,66
Inglaterra 50,93 51,26
Noruega 5,10 5,13
Suécia 4,68 4,71
Suíça 34,43 34,66
União Europeia 41,98 42,26

Fonte: Banco de Moçambique

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