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Infra-estruturas desportivas do país não são concebidas pensando nas pessoas deficientes

A presidente do Comité Paraolímpico de Moçambique, Farida Gulamo, defende que as infra-estruturas desportivas devem ser concebidas pensando nas pessoas com deficiência e usa como exemplo o Estádio Nacional do Zimpeto que, segundo ela, tem apenas uma rampa para pessoas que andam em cadeira de rodas.

Segundo Farida Gulamo, a prática do desporto é um direito de todo o cidadão e as pessoas com deficiência neste país não sentem o pleno direito de praticar o desporto como praticam as outras pessoas.

A questão da deficiência, segundo Gulamo, deve ser olhada como uma questão transversal que afecta toda a sociedade, que deve criar condições para incorporar no seu seio este grupo de cidadãos.

Esta ideia é secundada pela representante da federação para pessoas deficientes, Marília Tivane, que também falava da falta de acessibilidade para pessoas com deficiência em todas as instituições, com particular destaque para o Estádio Nacional do Zimpeto.

Por redacção

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