Logística do CAN de vólei tira sono a Khalid

ainda pagar subsídios à Comissão de Controlo da Confederação Africana de Voleibol são tarefas que tiram sono à Federação Moçambicana de Vólei (FMV) antes do arranque, na próxima semana, do Campeonato Africano de Voleibol de praia, evento que o país acolhe pela primeira vez na sua história.

A 10 dias do arranque do Campeonato Africano de Voleibol de Praia, a Federação Moçambicana da modalidade debate-se ainda com pequenos problemas logísticos, mormente a acomodação das delegações que visitam o país. O alojamento, alimentação e transporte da Comissão de Controlo constituem-se em tridente de preocupação de vulto. E foi precisamente numa das unidades hoteleiras da capital do país que o desafio encontrou, numa negociata, o presidente anfitrião do CAN, Khalid Cassamo. Interpelado, o dirigente traçou a radiografia da preparação do evento até à data nas seguintes explicações:

– “Estamos a caminhar para o início do evento. Já havia anunciado recentemente que temos alguns parceiros em manga e outros vamos tendo com o aproximar dos dias, o que significa que as coisas estão a compor-se paulatinamente. O importante nisto tudo é que, com o apoio do consórcio chines que está a fazer estrada circular de Maputo, já avançámos com o nivelamento do local que vai acolher os jogos”, observou Khalid, que a seguir explica a parceria com os hoteleiros da capital para a acomodação das delegações que começam a chegar nos próximos dias.

Gilberto Guibunda