Vim para Moçambique porque o momento chegou

César Langa

Foto de Luís Muianga

Abel Xavier, o luso-moçambicano agora ao serviço da Selecção Nacional diz que esteve sempre por “perto” da equipa de todos nós, que sempre acompanhou a evolução dos moçambicanos a jogarem fora de portas e que, por isso, acredita na construção de uma equipa forte. E se agora veio treinar os Mambas é porque, na sua óptica, é chegado o momento.  

Muitos currículos caíram na mesa de Alberto Simango Jr., a candidatarem-se para Seleccionador Nacional. Outros nomes foram abordados pelo próprio Presidente da Federação Moçambicana de Futebol, em busca de um homem que possa devolver a dignidade e o prestígio para a equipa de todos nós. E o nome escolhido, dentro dos critérios e perfil traçados pelo homem-forte do futebol moçambicano, foi o de Abel Xavier, homem convidado para a entrevista que segue.

– O que pesou para o seu “sim” ao convite endereçado pela Federação Moçambicana de Futebol, para treinar a Selecção Nacional?

Esta situação de eu voltar para o meu país e ainda para um cargo de muita responsabilidade vinha sendo trabalhada há muito tempo. Primeiro, porque, nunca me esqueci das minhas raízes e, segundo, porque fui sempre seguindo o futebol moçambicano. Mesmo viajando pelo mundo, via que o futebol moçambicano levava jogadores saídos do Moçambola para outros países, nomeadamente Portugal, onde os mesmos representavam muito bem as suas equipas. Em termos colectivos, seguia o crescimento do país a vários níveis, seguia o rendimento da Selecção Nacional e, obviamente, questionava-me, muitas vezes, das razões dos Mambas não poderem ter mais rendimento, tendo qualidade. 

Acompanhe a entrevista na íntegra na edição impressa. 

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