O que se pretende para os Mambas?

Joca Estêvão

Foto de Arquivo

O povo moçambicano não parece estar a espera de ouvir que o treinador venha à selecção com intuito de criar reformas ou criar uma nova selecção, uma vez que este discurso foi consumido ao longo dos últimos anos, principalmente após com a reforma de Chiquinho Conde, Tico-Tico e Dário Monteiro, essencialmente.

De lá a esta parte, Mambas não conseguiram ter um percurso que era de esperar para um povo ávido por resultados que engrandeçam o país e encha os adeptos de orgulho. Durante o período que separa a saída dessas estrelas até os dias que correm, foram surgindo vitórias ocasionais, mas insuficientes para colocar o país na média de África.

Talvez por isso mesmo, depois de uma autêntica travessia do deserto, uma vitória com o Gabão, um combinado que não pode ser considerado dos melhores de África (com uma qualidade não muito diferente da nossa), colocou muitos adeptos em delírio, mesmo não garantindo a transição à fase de grupos de qualificação ao Mundial.

(Leia o artigo completo na nossa edição impressa)

 

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