Assumo o desaire das Maurícias

Foi o primeiro jogo de Mano-Mano para a fase de qualificação para o CAN de 2017, mas o segundo em termos de liderança máxima do banco técnico da Selecção Nacional, depois que havia feito a eliminatória com as Ilhas Seychelles, para o CAN Interno.

Na projecção da partida com as Ilhas Maurícias, o seleccionador nacional prometera chegar àquele país insular jogar e de lá voltar com os três pontos que relançariam as esperanças de qualificação para o Gabão, depois do desaire caseiro, na ronda inaugural, diante do Ruanda. Entretanto, na hora do balanço do jogo, há registo de mais uma derrota do combinado moçambicano.

– O que falhou no jogo com as Ilhas Maurícias?

– Antes de mais, devo dizer que tínhamos todas as condições (materiais, logísticas, humanas e morais) para chegar às Ilhas Maurícias jogarmos e voltarmos de lá com um resultado positivo. Trabalhámos bem durante a semana, tivemos todo o apoio da nova direcção da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), que esteve sempre presente em todos os momentos, ajudando-nos a consciencializar os jogadores da importância do jogo para as aspirações do país em termos de qualificação para o CAN. 

 

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