CANAVIAL SALOBRE

Por: Joca Estêvão
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Fotos de Arquivo

Nos últimos jogos o comando técnico do Incomáti vem sofrendo revezamento. A situação ocorreu a partir do momento que a Direcção convidou Caló a afastar-se do banco técnico, depois dos tumultos após a derrota diante do Costa do Sol, particularmente nos jogos realizados no “canavial”, em protecção à sua integridade física. Passaram-se alguns jogos e Caló, fora de portas, voltou ao banco. A situação no “canavial” não é saudável devido aos resultados negativos apresentados pela equipa no Moçambola, numa alusão clara de que “numa casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão”.

O Grupo Desportivo da Incomáti traçou uma perspectiva de regressar ao Moçambola para cimentar a sua posição entre os grandes. Com o discurso de luta pela manutenção foi buscar Caló, um treinador que já conquistou um Moçambola (em 2015) pelo Ferroviário de Maputo. O técnico que estivera na condução dos locomotivas na época anterior levou consigo alguns dos jogadores do Ferroviário que mesmo tendo contrato não teriam espaço no plantel actual. São os casos de Neldinho, César Machava, Dudu e Tununo, jovens com boa margem de progressão, além dos dispensados dos locomotivas Sassi e Elísio, aos quais juntaram-se os reforços Uga, Wemba, Henriques e Ernesto Júnior.

Depois da realização da vigésima jornada o Incomáti posicionava-se em décima quinto lugar, com 20 pontos, uma média de um ponto por jogo. Dos vinte jogos realizados ganhara quatro, empatou por oito vezes, somando o mesmo número de derrotas.

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