HOJE O COSTA DO SOL NADA TEM SENÃO AVULTADAS DÍVIDAS

Por: Atanásio Zandamela
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Fotos de Arquivo
 
Amosse Chicualacuala não se recandidata ao segundo mandato na presidência do Costa do Sol não entendendo, por isso, o que chama de “campanha” que está sendo feita contra si. Entrevistado pelo desafio, Chicualacuala avalia, no global, o seu mandato como tendo sido positivo, não obstante ter falhado a conquista do 10º título nacional, numa altura em que o clube atravessa o maior jejum, depois da hegemonia dos anos 1990, até porque, segundo diz, dirigiu um clube que por hora “não tem nada senão dívidas avultadas, cujos números serão revelados na Assembleia-Geral deste sábado.
A sua reforma na Electricidade de Moçambique (EDM) desde Abril último impossibilita Chicualacuala de pensar em se recandidatar, daí que diz não entender o porquê de se tentar forçar a sua saída, que é quase natural, uma vez ter terminado o mandato.
Nesta entrevista, Chicualacuala aborda quase tudo que aconteceu no seu mandato, não tendo deixado nada por responder. Começou pelas saídas de Riquito e Amiro da Direcção por não concordarem com a saída de jogadores. Em relação ao Bruno Morgado diz ter saído por causa de discórdias surgidas depois do rompimento da ligação contratual com a equipa técnica chefiada pelo argentino Fábio Costas. A situação do património do clube não pas sou de lado, admitindo que só uma auditoria forense é capaz de trazer a verdade sobre o que aconteceu com o projecto Matchiki Village. Entretanto, a conversa começou pelo balanço, mas é na questão do património que se cingiu mais.