Cazé entra na corrida à presidência da LMF

A intenção de aumentar para dezasseis o número de participantes no Moçambola é um dos cavalos de batalha do candidato Ananias Couana, que também pretende melhorar os aspectos verificados como lacuna durante o mandato do actual elenco, que é dirigido interinamente por Arlindo Langa, após Alberto Simango Jr. ter conquistado as eleições de 13 de Agosto que o consagraram presidente da Federação Moçambicana de Futebol (FMF).

Se por um lado os argumentos para a candidatura de Ananias Couana são convincentes, até porque pretende dar um maior sustentabilidade à prova mais importante do país, por outro, alguns clubes preferem romper com o passado e trazer novas ideias que possam desenvolver o futebol e dotar a prova de maior transparência na sua gestão e criar mecanismos de dar mais estímulos aos participantes.

Esse grupo de clubes reuniu-se na semana passada e juntos, durante um jantar numa das instâncias hoteleiras da capital, decidiram que vão apostar num candidato com um currículo desportivo invejável e mais credível, segundo a fonte do desafio, indicando Carlos Sousa, ex-vice-ministro do Desporto, ex-dirigente desportivo da FMF, além de médico de várias selecções nacionais desportivas deste país.