BOA NAVEGABILIDADE PELO PÚNGUÈ REMANDO DE VOLTA AO MOÇAMBOLA

Por: Gilberto Guibunda
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Fotos de Arquivo

A porta do Moçambola está quase perto para o Têxtil de Púnguè. Pelas águas do Púnguè já se navega tranquilamente, pese o facto de na Terra dos Bons Sinais, mas mais para Mocuba, um míssil estar pronto para destruir o sonho de chegar à margem sem sobressaltos pelos fabris da Manga. Confuso? Não! Explico os porquês! O Têxtil de Púnguè venceu ontem, no penúltimo jogo da competição, o Estrela Vermelha da Beira por três bolas a zero, mantendo assim a vantagem de um ponto sobre os militares do Matchedje de Mocuba, que também venceram por uma bola a zero o Pipeline da Maforga. Dois resultados que deixam ao rubro a competição que encera este fim-de-semana e que deverá conhecer o seu vencedor mesmo nesta última jornada.

No derby beirense a equipa de Rogério Chapo sabia que não podia ter outro resultado que não fosse a vitória e diante duma Estrela Vermelha de Artur Saldanha (no final do jogou emocionou-se e não conteve as lágrimas) que não teve arte nem engenho para contrariar o favoritismo do Têxtil, venceu folgadamente e deixou em aberto o regresso da prova rainha já no próximo ano.

CALDEIRÃO VAI EMPOLGAR-SE
Os fabris da Manga até poderiam ter festejado ontem o almejado regresso ao Moçambola se o Matchedje de Mocuba não vencesse o seu adversário, que mostrava resistência quase na maior parte da partida. Isso fica provado pela margem mínima de um golo com que os militares venceram o Pipeline da Maforga.

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