Entrei para mudar a história

- Entrei para mudar a história. Vamos popularizar, dar condições para o boxe ser praticado e ser uma grande marca. O boxe não pode ser visto como algo marginal. Há pessoas que dão ao boxe o rótulo de algo para violentos, mas é desporto igual a outras modalidades e cabe a nós mostrar isso.

Num país com 11 provinciais apenas seis tem associações e Júnior promete apoiar estas a ter melhores condições de trabalho, motivação para depois atacar onde não se tem nada.

Em relação às competições internacionais garante que é melhor ir se quando estivermos preparados porque “o dinheiro que a gente desperdiça em viagens/Turismo para levar porrada pode ser investido nas associações e na formação e sairmos quando preparados”.

Por outro lado, revelou que ia reunir com as associações para “ver que projectos têm e que tipos de apoio necessitam para ter uma pratica corrente. Queremos reunificar a família do boxe porque todos somos importantes para este projecto que queremos implementar”, sublinhou.

Atanásio Zandamela/António Muianga