AS TRÊS MOSQUETEIRAS

Por:DEANOF POTOMPUANHA
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Fotos de FPB e Arquivo

Longe de pretender “açambarcar” o título de Alexandre Dumas – os três mosqueteiros – de 1844, publicado pela primeira vez no jornal Le Siècle, a história destas três basquetebolistas moçambicanas teve onde se inspirar. Falamos de Nilza Chiziane (Carnide Clube), Mónica Tembo (Clube Povo de Esgueira) e Dionilde “Nucha” Cuambe (Simecq Clube).
Se Dumas inspirou-se na memória de D’ Artagnan para contar as aventuras de um gascão (França), cá buscamos estas três jovens que se aventuraram para Portugal (Nilza Chiziane foi lá MVP há uma semana) e outra desviada para França. Não foi em Gasconha, naturalmente, mas em Toulouse, onde Mónica Tembo participou do Camp (mundial) que ontem encerrou, depois de ter iniciado na sexta-feira.
Não menos importante é o facto de as três moçambicanas serem postes, terem sido formadas pel’A Politécnica, Académica e desportivamente terem sido contratadas para ajudarem as respectivas equipas a ascenderem de divisão,
tendo o conseguido com sucesso, deixando óptimas referências do já conhecido talento nacional.

 

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