SIMECQ é um desafio pessoal

Considera esta aventura para Portugal um desafio pessoal que lhe vai possibilitar uma reabilitação da Nucha que foi aquando da estada na A Politecnica, antes da transferência para as locomotivas da capital.

– Recebi o convite em Dezembro passado mas, mais do que receber este convite era importante sentar com as partes, digo, o meu clube e as pessoas que manifestaram este desejo. O Ferroviário tinha uma palavra a dizer e, naturalmente,  eu devia seguir as orientações do clube. Não bastava a minha vontade, havia trâmites por observar, e foram cumpridos. Aproveito para agradecer ao presidente, ao vice e ao chefe do departamento, que deram-me sempre força e por não terem fechado esta porta. A princípio vou por uma temporada, quiçá se prolongue mais tempo. Vou resgatar a Nucha de outrora e esquecer um pouco a Dionilde. A Nucha que jogava com garra, determinação e atitude. Acredito que com o número de jogos que vou realizar, catapultará a atleta que saiu da A Politécnica para o Ferroviário de Maputo e não aquela que chegou ao Ferroviário e jogava, mas…não tanto quanto porque prontos, talvez trabalhava menos ou porque tinha menos oportunidades. Tenho o objectivo claro jogar mais, para quando voltar, estar ao nível das minhas colegas no Ferroviário,almeja Dionilde, confiante de que, com o volume de jogos que terá, valerá uma prenda para si.