SIMECQ é um desafio pessoal

Contratualmente ainda ligada ao Clube Ferroviário de Maputo, a atleta encontra-se desde domingo último em Oeiras, Grande Lisboa, mais precisamente na Cruz Quebrada, freguesia de Algés, para reforçar a equipa da SIMECQ (Sociedade de Instrução  Musical e Escolar Cruz Quebradense) da segunda divisão do basquetebol luso.

Considera esta aventura para Portugal um desafio pessoal que lhe vai possibilitar uma reabilitação da Nucha que foi aquando da estada na A Politecnica, antes da transferência para as locomotivas da capital.

– Recebi o convite em Dezembro passado mas, mais do que receber este convite era importante sentar com as partes, digo, o meu clube e as pessoas que manifestaram este desejo. O Ferroviário tinha uma palavra a dizer e, naturalmente,  eu devia seguir as orientações do clube. Não bastava a minha vontade, havia trâmites por observar, e foram cumpridos. Aproveito para agradecer ao presidente, ao vice e ao chefe do departamento, que deram-me sempre força e por não terem fechado esta porta. A princípio vou por uma temporada, quiçá se prolongue mais tempo. Vou resgatar a Nucha de outrora e esquecer um pouco a Dionilde. A Nucha que jogava com garra, determinação e atitude. Acredito que com o número de jogos que vou realizar, catapultará a atleta que saiu da A Politécnica para o Ferroviário de Maputo e não aquela que chegou ao Ferroviário e jogava, mas…não tanto quanto porque prontos, talvez trabalhava menos ou porque tinha menos oportunidades. Tenho o objectivo claro jogar mais, para quando voltar, estar ao nível das minhas colegas no Ferroviário,almeja Dionilde, confiante de que, com o volume de jogos que terá, valerá uma prenda para si.

 

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