Mais seis meses para Shafee Sidat mas sem Kamal Badru

Apreciado e aprovado o Relatório de Actividades e Contas, as Associações, num encontro a porta fechada e com a Mesa da Assembleia Geral, presidida pelo seu titular Geraldo Alberto, concordaram com a carta-pedido da Associação de Atletismo da Cidade de Maputo de adiar o escrutínio, que estava agendado para dia o dia seguinte (17 de Dezembro).

Desta forma as associações defenderam e aprovaram, por consenso, que só se vá à eleição com todos problemas de legalidades ultrapassados, tal como vinha defendendo cidade Maputo. A ideia avançada pela maior associação do país acabou sendo aceite e secundada por outras associações e até pelo representante do governo,o director Provincial do Juventude Desportos, Cachimo Raul.

Maputo alega que a FMA não é uma instituição com estrutura jurídica reconhecida por lei porque os seus estatutos nunca foram publicados no BR – mas sempre foi assim –, para além de ter um regimento eleitoral com lacunas e omissões. Assim, defendeu-se uma revisão estatutária cautelosa antes da realização do escrutínio, que terá lugar provavelmente entre Junho e Julho na província de Sofala.

Entretanto, no comunicado de Imprensa produzido no final do encontro lê-se que “no mesmo espaço de tempo (seis meses) todas as associações deverão proceder em conformidade no sentido de legalizar a sua existência” e foi ainda feita uma advertência segundo a qual“aquela associação que não proceder a sua legalização ver-se afastada do próximo acto eleitoral da FMA”.