Inversão da pirâmide como único meio para resgate do andebol…

com maior enfoque nas escolas e nos núcleos de bairros, acções que serão complementadas pela capacitação de treinadores e árbitros.

O novo dirigente, que derrotou (9-1) Abudo Jocordasse no escrutínio de 24 de Fevereiro, reconhece que o cenário vivido não é dos melhores porque a modalidade se ressente de problemas financeiros e estruturais. É por isso que de Oliveira se mostra ciente dos desafios para concretizar os objectivos traçados durante a campanha que culminou com a sua eleição.

Não obstante isso, mostra-se esperançado em dias melhores, porque “a inversão da pirâmide, passando a ter uma base alargada na iniciação, permitirá que o andebol volte a viver dias melhores. Quem planta um dia pode colher. As nossas acções estarão centradas nos núcleos, nos clubes, nas escolas que sonhamos ver criadas um pouco pelo país, nas associações, ou seja, tudo deve começar da base para que daqui a algum tempo tenhamos quantidade, de onde retiraremos a qualidade ambicionada por todos”,esclareceu Oliveira.

Atanásio Zandamela