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Teremos uma equipa ofensiva

César Langa

Fotos de Arquivo

O Ferroviário da Beira joga domingo a cartada decisiva dos dezasseis-avos-de-final da Taça CAF, recebendo, no caldeirão do Chiveve, o AS Vita Club de Kinshasa, para o jogo da segunda mão. Para anular a desvantagem de 3-0, trazida da RD Congo, Valy Ramadan, técnico adjunto dos “locomotivas” do Chiveve, promete uma equipa ofensiva.

Não existe quase nada a perder, mas tudo a ganhar. É com esta postura que o Ferroviário da Beira se deverá fazer ao seu relvado, no caldeirão do Chiveve, quando, domingo, receber o seu adversário da Afrotaças, neste caso, o AS Vita Club de Kinshasa, 21 dias depois de ter defrontado o mesmo adversário, no seu reduto.

Das terras congolesas, a turma treinada por Lucas Barrarijo trouxe uma pesada derrota e para conseguir passar a eliminatória precisa, primeiro, marcar três golos no seu terreno, sem, no entanto, sofrer algum, de modo a igualar a eliminatória, para forçar um prolongamento e, quiçá, a marcação de grandes penalidades.

Jogando fora do seu reduto e consciente das vicissitudes que poderão ter alicerçado a sua vitória, no Tata Rapfael Stadium, o conjunto congolês pode cair numa crise de nervos caso, de facto, a eliminatória esteja igualada, situação que poderá ser bem aproveitada pelo Ferroviário da Beira. Mas, o cenário mais cómodo seria o Ferroviário da Beira marcar quatro golos sem concorrência, mas o seu adversário não é nenhuma pêra doce. Até porque nas últimas avaliações, o AS Vita Club ocupa o 15º lugar da curta lista de 30 melhores equipas de África, da qual nenhum PALOP contribui com alguma formação, o que, à partida, coloca o AS Vita em vantagem teórica.

Para este jogo, Valy Ramadan, técnico adjunto do Ferroviário da Beira diz que seria desnecessário convidar o público para acorrer em massa para o Campo do Ferroviário da Beira, dado o facto de (re)conhecer a importância deste jogo, mas que as circunstâncias o forçam que o faça.

– Gostaria que todo o público beirense e não só, fluísse em massa no campo, para prestar apoio ao Ferroviário da Beira, com gritos, cânticos, dança e aplausos, tal como os congoleses o fizeram para com o AS Vita Club. Precisamos imenso do calor do público, solicitou Ramadan.

QUEREMOS GANHAR

Não obstante a desvantagem trazida de Kinshasa, o Ferroviário da Beira crê num bom resultado e, por via disso, passar para a eliminatória seguinte.

–É uma missão difícil, mas possível. Se eles ganharam por três, por que nós não poderemos cometer a mesma proeza. Vamos entrar em campo pensando em ganhar o jogo e a eliminatória, promete o treinador adjunto do Ferroviário da Beira, que diz ter grande parte do grupo em perfeitas condições clínicas.

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