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Resultado de Curepipe “não conta”

César Langa

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O Ferroviário da Beira recebe domingo, no “caldeirão”, o Petite Revière das ilhas Maurícias, em jogo da segunda mão da pré-eliminatória da Taça CAF. Mesmo com uma vantagem de 2-1 trazida de Curepipe, Valy Ramadan, técnico-adjunto dos “locomotivas” de Sofala, mostra-se bastante cauteloso, prometendo partir do zero para este embate.

A clamorosa falha do guarda-redes zimbabweano Willard estremeceu o Ferroviário da Beira, quando ainda decorria a primeira parte do jogo da primeira mão, diante do Petite Revière, em Curepipe, nas ilhas Maurícias, deixando pairar o espectro de um resultado vantajoso e fácil para a turma anfitriã, mas não passou de mero susto.

Quando foram para o intervalo, pupilos de Lucas Bararijo voltaram com uma raiva invulgar e trataram de reduzir a turma da casa à sua insignificância. Partiram para as “hostilidades”, repuseram a igualdade e deram a volta ao texto, fixando o resultado final em 1-2, voltando para a cidade da Beira com alguma tranquilidade, no contexto da eliminatória. Aliás, se o terceiro ou mais golos não apareceram foi por infelicidade dos atacantes “locomotivas”.

 Próximo domingo, no campo do Ferroviário da Beira, será o dia da decisão do rumo da eliminatória. O Petite Revière, que não viu o público mauriciano acorrer em massa ao seu campo, poderá experimentar momentos de sufoco protagonizados pelos amantes da bola das bandas do Chiveve e não só.

Não obstante este favorável cenário, a família “locomotiva” declina embandeirar-se em arco. Com muita humildade, admite a ausência da lógica no futebol, acreditando que, tal como o Petite perdeu em casa, o mesmo pode acontecer com o Ferroviário. Entretanto, não é isso que se pretende. Pelo contrário, tudo prometem fazer para que não sejam traídos, para a desilusão dos moçambicanos. É por isso mesmo que Valy Ramadan, treinador-adjunto do Ferroviário da Beira, promete entrar para o jogo do próximo domingo como se o seu conjunto corresse atrás do prejuízo.

- No futebol não há lógica, pois, de contrário, diria mesmo, de boca cheia, que já passámos. Sendo assim, temos estado a incutir nos jogadores o espírito de luta para que tenham sempre em mente que ainda não temos nada ganho. Estamos apenas em vantagem, mas entraremos em campo como se o resultado fosse zero para cada lado. Depois do nosso regresso das ilhas Maurícias, continuámos a trabalhar normalmente, também pensando no jogo com o Têxtil do Púnguè, a contar para o Torneio de Abertura, da província de Sofala. Para a nossa alegria, é um jogo que vem mesmo a calhar, pois, independentemente da divisão em que se encontra inserido, o Têxtil do Púnguè foi sempre um adversário digno do nosso respeito, diz Valy Ramadan.

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