Bolsas para próximo ciclo olímpico a partir de Janeiro

Para já existe um grupo de 50 atletas identificados com potencial para não só beneficiar destas, mas acima de tudo atacarem a qualificação para Tóquio 2020, revelou Aníbal Manave.

De acordo com o presidente do COM, Aníbal Manave, o papel da instituição que dirige está sendo condicionado nestes últimos tempos pelas federações, ao ponto de ter passado duma situação em que as federações deveriam qualificar atletas para depois iniciarmos, como comité, com o processo de preparação e apoio.É o que seria ideal, mas há muito que se percebeu que assim não íamos chegar a lugar nenhum, admite.

Durante os seis meses de mandato já cumpridos Manave afirma que apostou na identificação de atletas que poderão se beneficiar de bolsas a partir de Janeiro próximo.

Para o ciclo que vai até Tóquio o COM terá três grupos de bolseiros, nomeadamente da Solidariedade Olímpica Internacional (SOI), internacionais e internas. As bolsas da SOI são as que atribuímos normalmente, temos as internas que são para aqueles que lhes convém treinar cá com recursos do COM e os internacionais são os que vão explorar acordos de cooperação com alguns países, como é caso de Brasil e Portugal, explicou.

Manave explicou que são elegíveis para estas bolsas os que se encaixarem nos critérios estabelecidos quer interna quer internacionalmente.Nem todos podemos ter bolsas da SOI ou internacionais, que são desejo de todos. É importante que se trabalhe para vencer no país e depois na zona, podendo testar suas capacidades aqui na zona, até porque a nível das modalidades individuais principalmente temos bons níveis e é onde podemos testar os nossos níveis e aí merecem nosso apoio por provarem que têm algum valor, clarificou.

Atanásio Zandamela/Domingos Elias