SONGO COM MAIOR MARGEM DE ERRO

Por: Joca Estêvão
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Fotos de Arquivo

A União Desportiva do Songo, mesmo derrotada na jornada passada frente ao Ferroviário da Beira, tem maior margem de erro, dependendo unicamente de si para se sagrar campeã nacional pela segunda vez consecutiva. Já na próxima jornada, a vigésima oitava, os hidroeléctricos, com 54 pontos e líderes da prova, podem sagrar-se campeões caso vençam na recepção ao ENH de Vilankulo, que ainda não tem a sua manutenção assegurada, e o Ferroviário de Maputo, com 51 pontos, perca o jogo com o Textáfrica do Chimoio, no Estádio da Machava.

Sendo a diferença pontual de três pontos até ao momento, os resultados conjugados nessa perspectiva dariam uma margem de seis pontos de vantagem da equipa de Nacir Armando e mesmo que o campeonato terminasse com os dois concorrentes em igualdade pontual o Songo, dada a vantagem no confronto directo com o Ferroviário de Maputo, encomendaria as faixas de campeão nacional de 2018.

Também é preciso olhar a competição em perspectiva diferente, já que o jogo de futebol é uma caixinha de surpresas. Ou seja, olhar para a possibilidade do Ferroviário vencer o jogo e o Songo perder ou empatar com os hidrocarbonéticos. Na primeira hipótese, a equipa de Nélson Santos igualaria ao seu perseguidor e relançaria a luta pelo título, sendo que a segunda possibilidade colocaria os hidroeléctricos em vantagem de apenas um ponto antes da disputa das últimas duas jornadas, nas quais o Songo vai deslocar-se a Quelimane para enfrentar o 1º de Maio, ainda aflito, e depois o Maxaquene, com a situação da manutenção resolvida, enquanto o Ferroviário de Maputo irá à Beira para jogar com o seu homónimo local e terminar em casa com o ENH.

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