OS “MILAGRES” DOS PONTAPÉS DE CANTO

Por: Jocas achar
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Salvou-se Sebastião Sitoe, treinador do 1º de Maio de Quelimane, como corolário da vitória suada que a sua equipa impôs à Universidade Pedagógica de Manica por duas bolas a uma, em jogo a contar para mais uma jornada do Moçambola. Só por um triz, quando o 1º de Maio não estava a atinar com a baliza contrária, os adeptos já tinham começado a pedir a direcção à cabeça do treinador em face dos maus resultados que os operários vêm consecutivamente acumulando na prova. Entretanto, um aspecto curioso deste jogo é que os três golos surgiram na sequência da cobrança de pontapés de canto. O primeiro quarto de hora é para esquecer devido à actuação descolorida dos dois conjuntos. Os intérpretes dos sistemas tácticos não atinavam com nada. Passes mal feitos, incapacidade de sair do seu campo para o reduto contrário a jogar e falta sde engenho e arte, principalmente por parte dos donos da casa, que tinham a espinhosa responsabilidade de proporcionar um espetáculo para o êxtase dos seus adeptos. Menos mal estiveram os estudantes, que mostraram alguma acutilância e muito crer em visar a baliza contrária.

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