Escasso para o domínio

Por: Atanásio Zandamela
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Fotos de Luís Muianga

O que as vitórias têm de mau é que não são definitivas.
O que as derrotas têm de bom é que também não são definitivas”, dizia o compatriota de Nélson Santos, José Saramago, e o técnico português aprendeu muito com este. É que depois da eliminação convincente pelo Maxaquene para a Taça de Moçambique ontem foi a tempo de voltar a sorrir, ao derrotar (1-0) a Liga Desportiva de Maputo e mantendo a liderança isolada do Moçambola.
O Ferroviário de Maputo, que venceu todos jogos feitos em casa, até poderia ter ganho por mais do que um golo de diferença, mas nalgum momento faltou discernimento para finalizar, ora porque era Pinto com grandes defesas a negar o golo, ora porque o poste direito tratava de devolver o esférico.
O jogo começou com o Ferroviário a procurar sacudir a pressão do afastamento na Taça de Moçambique e um adversário como a Liga afigurava-se como melhor para reanimar as hostes, daí que entrou forte, não permitindo espaço para que os treinados de Akil Marcelino conseguissem criar situações que embarracassem Frank.

 

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