Puxar a locomotiva para o mesmo lado

Esta é a primeira vez que vai trabalhar em Moçambique, depois de o ter feito como futebolista, tendo chegado a envergar a camisola dos Mambas. Tchaka-Tchaka apela aos axinene para que estejam unidos, estratégia que considera importante se colocarem, de novo, na rota de títulos.

O novo gestor do Ferroviário, Mateus Manjate (Tchaka-Tchaka) assegura que a experiência adquirida por terras lusas, no Qatar, Suazilândia e África do Sul pode ser determinante para o que ele pretende implantar no Ferroviário de Nampula, mas afasta a possibilidade de desmontar o que foi feito ao longo de anos. Assegura que há muitas coisas boas que foram feitas e que devem ser aproveitas para o novo Ferroviário de Nampula.

Não vou a Nampula para mudar o que foi feito. A minha intenção é acrescentar valor para voltarmos à conquista do título, que nos foge desde 2004, expressou-se Tchaka-Tchaka, assumindo que já começou a trabalhar nos locomotivas de Nampula com vista à próxima temporada.

Joca Estêvão/Luís Muianga