Instaurou-se uma Comissão de Inquérito para averiguar declarações de Artur Semedo

O campeonato deste ano começou com um seminário envolvendo a Brigada Central de Combate Contra a Corrupção.

– Qual foi o impacto desta medida adoptada pela LMF?

Penso que tivemos ganhos, porque, primeiro, trouxemos a consciencialização das pessoas, de que o nosso mundo de futebol não está fora daquilo que são as responsabilidades pessoas e que o nosso trabalho é verificado, dentro daquilo que são as normas da vivência de qualquer cidadão, de qualquer entidade, ou de qualquer organização. Para nós foi positivo, porque no passado pensou-se que o futebol fosse um mundo isolado. Em termos de resultados, não estamos preocupados em que haja algum relato feito pela brigada. O importante é que não haja registo de ocorrência de situações de corrupção. Sabemos que houve telefonemas e mensagens anónimos, mas encontrámos formas imediatas de sair disso.

– Agora temos o caso de Artur Semedo que acusa os irmãos Sidat de terem condicionado o desfecho deste Moçambola, em detrimento da União Desportiva do Songo. Quer comentar?

Para aquilo que são aspectos desportivos, penso que não houve condicionalismos. Vimos como começou o Ferroviário da Beira, o seu crescimento nas últimas jornadas. Vimos também o que aconteceu com União Desportiva do Songo, nas últimas jornadas.

Acompanha a entrevista completa no E-paper do jornal desafio

César Langa/Luís Muianga

 

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sábado, 30 março 2019
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