VFC VAI BANIR ALCUNHAS

Aliás, Chiquinho Conde começou a introduzir esta filosofia na época passada, chamando os seus jogadores com nomes próprios. Chiquinho e a Direcção já não querem saber dos Tcharles, Sissoko, Mastaile, Novidade, Yoyó, Lebolebo, Kampango, entre outros nomes, mas sim de Inácio, Arlindo, Francisco, Armindo, Eurico, Félio, Edson, respectivamente. O novo regulamento do clube aceita sim usar apelido e não alcunhas que não têm nada a ver com o seu próprio nome. É por isso que um dos elementos da Direcção também identificado naquela vila por Pátalas tudo fará para banir este nome e passar a usar o nome de Adérito, seu nome oficial.

A Direcção do clube aprovou uma adenda ao regulamento de conduta dos atletas, obrigando a utilização de nomes oficiais e não alcunhas. Esta medida será extensiva igualmente aos membros do colectivo.

Yassin disse que os jogadores deste clube devem ser exemplares dentro e fora dos campos, pois “queremos homens socialmente úteis e educados”.

 

BASTA DE SERMOS ENTEADOS

DA LIGA MOÇAMBICANA DE FUTEBOL

O balanço do desempenho do VFC na época 2012 não podia fechar de outra maneira sem o choro permanente daquela colectividade junto da Liga Moçambicana de Futebol, pelo facto de ser a única equipa que faz muitas viagens de carro, ao contrário de outras equipas da mesma prova.

“Fizemos o segundo ano a andar de estrada e com custos adicionais, pois não podemos viajar nas datas programadas pela LMF para jogar no dia seguinte porque é muito desgastante para os jogadores. Isto significa que um dia antes em Maputo, Beira, Tete e Gaza as despesas estão por conta do clube, desde hospedagem e alimentação. Mas isto não termina aqui, mesmo viajando de carro, a LMF tem dificuldades para pagar autocarro para a nossa equipa viajar, afinal nos somos deste país ou não? Se somos deste país então exigimos tratamento igual porque somos um clube como outro moçambicano que está a disputar o Moçambola”, disse Yassin Amugi, para quem há muita arrogância e ameaças por parte de alguns elementos da LMF.

O VFC, de acordo com o seu patrono, é obrigado a fazer custos adicionais porque tem despesas a mais até para viajar de carro, coisa não prevista no nosso orçamento.