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Moçambique perde e vê o Mali ocupar a última vaga do Mundial

Mali confirmou o favoritismo e derrotou a Selecção Nacional por 24 pontos (63-39), na última meia-final do "Afrobasket" sub-16. 

Assim, as tetracampeãs africanas acompanham Angola (com quem disputará a final amanhã, às 16:00horas) no Mundial de sub-17. Amanhã, Moçambique e Egipto disputam o acesso ao terceiro lugar, às 14:00horas, enquanto a final será às 16:00horas.

Mali-Moçambique (63-39)

1' período (15-8)

2' período (31-21)

3' período (46-26)

4' período (63-39)

Moçambique começou por criar um parcial de 0-3, mas teve pouco discernimento defensivo, principalmente depois dos ressaltos, e Mali passou para frente (4-3). O combinado nacional empatou. Mas como era um jogo de grandes decisões, Mali quis resolver tudo muito cedo. Começou com as suas "bombas" na linha dos 6,75 metros, e Lucília Caetano não esperou por mais, pediu um desconto de tempo.

Foi oportuna a treinadora nacional para tentar travar o dinâmico e forte jogo de Mali. A essa altura o jogo equilibrou-se (10-7). Contudo, Mali foi mais forte, e teve sete pontos ao fim do primeiro período (15-8).

No segundo período, o posicionamento defensivo melhorou, o que obrigava o Mali a fazer lançamentos desesperados, ainda que continuasse com o melhor aproveitamento ofensivo. Moçambique não deixava que o "score" estivesse acima de cinco pontos. E só não passou para frente por ansiedade.

Todavia, as latagonas de Mali impunham-se nas alturas, o que se revertia em cestos certos (23-16). Estava um bom jogo. Mas os moçambicanos queriam mais. E houve mais um "time-out" de Mamusca. Os processos pouco funcionaram, ainda havia muita tremedeira, talvez pelas más recordações da derrota da fase regular (76-33). A verdade é que as meninas denotavam fragilidades nos fundamentos da modalidade.

A ponta final ainda conseguiu arrancar alguma criatividade, o que permitiu ir buscar um resultado que já estava além dos 15 pontos, para os 31-23 com que se foi ao intervalo.

Com apenas nove pontos, ainda era possível discutir o jogo contra as tetracampeãs africanas, desde que não descurasse dos bloqueios defensivos e lançamentos triplos, para contrariar o poderio de Mali.

E as meninas começaram bem, com um triplo e depois um lançamento livre, reduzindo para cinco pontos (31-26). Encostadas ao seu reduto, as malianas viram-se por momentos sem lucidez suficiente para elaborar as suas jogadas.

A experiência de Mali, aliada à pujança de Aissetou Coulibaly  foi determinante para que fizesse um resultado maior (42-26). Se em outras situações Lucília Caetano parou o jogo para redefinir a actuação das suas "filhas", naquela etapa ficou bloqueada. A equipa não estava a render. Ademais, cometeu vários "turnovers". Em duas situações foi surpreendida com o cronómetro, e os 24 segundos "explodiram" nas nossas mãos.

O Mali já estava a disparar no "score", com 23 pontos (52-29). Com cinco minutos e 42 segundos tinha que se buscar 20 pontos (52-32). Mas seria o Mali a delatar (59-32). A equipa estava cada vez mais a inverter o gráfico e o banco técnico sem soluções! As meninas ficaram descoordenadas, e assistiram o Mali a fazer a festa (63-39). Amanhã será o último dia da competição. Caberá a Moçambique lutar para o terceiro lugar, amanhã às 14h, enquanto Angola e Mali, já qualificados ao Mundial, jogarão pelo título. 

Deanof Potompuanha

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