NOSSO ELENCO ESTÁ A FAZER O QUE NENHUM OUTRO FEZ…

Por: AtanÁsio Zandamela

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Fotos de Arquivo

No momento de avaliar os pouco menos de 20 meses à frente da Federação Moçambicana de Boxe (FMBoxe) Gabriel Jr. deixa a modéstia de lado e afirma que o seu elenco está a fazer na nobre arte algo nunca feito. Como exemplo, destaca a participação pela primeira vez num Campeonato do Mundo, a aquisição de ringues para as cinco províncias que não tinham bem como a legalização das associações provinciais, que com este instrumento legal podem com maior facilidade pedir apoio. Numa entrevista concedida quinta- -feira ao desafio Gabriel Jr foi categórico ao afirmar que “o que o meu elenco está a fazer nunca foi feito na federação e em quatro anos teremos feito mais e sairemos para que outras possam dar continuidade”. Gabriel Jr., que foi substituir Benjamim Uamusse em 2017, sustenta a sua tese no facto de cerca de 20 meses depois notar-se que as promessas estão sendo cumpridas gradualmente. – “Modéstia à parte, o que prometemos estamos a cumprir. Prometemos legalizar as associações e todas já estão legalizadas. Prometemos dar orçamento e estamos a dar. Quando chegámos o país só tinha praticamente dois ringues e na altura prometemos mais e já entregámos às províncias que não tinham. Prometemos colocar Moçambique no mapa do mundo da modalidade e já começámos a fazer isso, pois ganhámos um ‘Regional’ e pela primeira vez fomos a um Mundial e fomos a selecção africana que chegou mais longe”, enumera Gabriel Jr. Noutro desenvolvimento destaca o facto de ter conseguido colocar Moçambique na lista dos países que têm direito a voto na AIBA, o que significa que “neste momento fazemos parte de 27 das 40 federações existentes em África que têm direito a voto, podendo, por esta via, nos candidatar a um lugar na AIBA”, disse, para depois destacar que quando chegou os “Nacionais” eram adiados mas “nós organizámos já dois. Nunca houve um Nacional de juniores e nós implementámos essa mudança. Quando chegámos tínhamos 10 árbitros e já formámos perto do dobro deste número. Provavelmente só tínhamos 10 clubes pelo país e neste momento estamos encaminhados para termos muito mais, já que as províncias possuem ringues e o movimento vai crescer”, enfatizou.

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