A INDISPONIBILIDADE ROUBOU-LHE O DESEJO DE SINGRAR NO BASKET

Por: Joca Estêvão
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Foi em Quelimane, província da Zambézia, que nasceu (em 1956) o detentor de uma voz que encanta, comunicativa, que a uns embala, a outros alerta: António Jamal, que muito cedo viu o bichinho da comunicação a alojar em si.

Iniciou na rádio na sua terra natal, mas viria a seguir para Nampula algum tempo depois, onde veio a evidenciar-se. Fez tudo um pouco no início da sua carreira de radialista. Passou por operador técnico, depois seguiu para as reportagens, onde explorou-se a sua grande capacidade de descrição e análise de vários factos e como locutor estabeleceu a sua marca, o seu perfume peculiar e inconfundível. Em casa os ouvintes confortam pela comunicação de um homem eloquente, que veio a Maputo dar cartas. “Em rádio só me falta seguir a carreira de motorista”, disse Jamal.

O programa “Onda Matinal”, reportando os mais diversos acontecimentos, incluindo os mais macabros, teve a sua cara. No espaço “Hora de Ponta” deixava os seus alertas sobre a segurança rodoviária.

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