MAVALE USOU EMPRESAS INTEGRADORAS PARA CHANTAGEAR ELENCO DE MAPANDE

Por: Joca Estêvão
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Fotos de Arquivo

Adirecção de Arlindo Mapande já estava avisada que não iria ter facilidades para gerir o Clube de Desportos da Maxaquene. Hermenegildo Mavale, ex-líder da Comissão de Gestão do clube “tricolor”, é tido como o principal “pivot” da discórdia, que já tem como consequência a ausência de salários aos trabalhadores e à equipa de futebol, principalmente. Aliás, antes das eleições que levaram Arlindo Mapande à presidência, criou- -se um movimento embaraçoso para desencorajar o sócio, sem ligações com as empresas integradoras, para que este não concorresse ao comando dos “tricolores”. Nessa altura, recorde-se, alguns elementos, falando em nome das empresas integradoras do Maxaquene, designadamente das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) e dos Aeroportos de Moçambique (ADM), vieram a terreiro alertar que se Arlindo Mapande ganhasse as eleições o apoio ao clube seria revisto.

Há vozes que referem que Hermenegildo Mavale queria ser presidente do Maxaquene, embora publicamente tenha dito o contrário. A verdade é que, segundo o regulamento eleitoral dos “tricolores”, Mavale não podia candidatar-se à presidência do Maxaquene porque é sócio há oito anos e esse mesmo regulamento defende que para um cidadão possa ter esse direito deve ter no mínimo dez anos de associado. Supõem-se que caso Nuro Americano saísse vencedor nas eleições, seria arquitectada uma forma de Mavale assumir a presidência, à posteriori.

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