Foram-se os dedos mas ficaram os anéis

 

Nada previa que na última quarta-feira o país pudesse chorar por duas vezes. Num dia em que se prestava homenagem ao primeiro presidente da República Popular de Moçambique, Samora Moisés Machel, passados 30 anos após à sua morte, chega uma notícia dando conta do desaparecimento físico de Miguel Chau, que para além de ter desempenhado as funções de seleccionador-adjunto dos “Mambas” entre os anos 2007 e 2011, onde cometeu a proeza de qualificar o combinado nacional para o CAN-2010, cuja fase final foi em Angola, também trabalhou nos clubes Costa do Sol – como adjunto de António Bernardo e Arnaldo Salvado -, Ferroviário de Maputo e Matchedje, também da capital do país.