Estamos num desafio que nos propusemos enfrentar

Alberto Simango Jr. não quis violentar o sistema na sua chegada à direcção máxima do futebol moçambicano. Encontrou a selecção principal com o percurso para o CAN-2017 já iniciado e com uma derrota comprometedora, porque caseira. Manteve a equipa técnica até que a corda se esticou para níveis intoleráveis e tratou de contratar outra. Teve de enfrentar consequências financeiras bastante graves, por ter sido impedido de receber os financiamentos da FIFA devido a contas de exercícios anteriores por esclarecer, mas agora dá graças a Deus e sente que já caminha para uma situação de conforto financeiro.  

Passa um ano depois que tomou posse como novo presidente da Federação Moçambicana de Futebol. Que avaliação faz deste período, tendo em conta as suas expectativas?

– Sobre o nosso primeiro ano de mandato, é natural que estou feliz porque, apesar de todas as dificuldades que tivemos de enfrentar, tínhamos consciência do que iria acontecer, porque a experiência que tenho como dirigente desportivo me dá a possibilidade de conhecimento do meu país. Conheço o nosso futebol e nunca fui optimista em nada. Antes pelo contrário, sempre assumi que tudo seria um desafio, que tudo seria difícil e, por isso, tínhamos de nos preparar para esses embates. E foi o que aconteceu. Encontrámos a Casa do Futebol, que é a sede da FMF, num processo de mudanças complexas, com a FIFA a impor, meses depois da nossa tomada de posse, a nossa inclusão na lista negra, porque incumpridores das exigências em termos de prestação de contas e respectivos relatórios de auditoria das épocas passadas, de 2012 a 2015.

LEIA ARTIGO COMPLETO NO E-PAPER DO JORNAL DESAFIO

 

César Langa/Luís Muianga