365 dias atípicos de Alberto Simango Júnior

No seu manifesto de candidatura à presidência da FMF, Alberto Simango Júnior defendia que as selecções nacionais seriam a expressão maior de tudo o que pretendia fazer internamente em termos de promoção e gestão de futebol. Ainda sobre as selecções, Simango prometia que o seu grupo de trabalho lutaria até à exaustão para ganhar na África Austral, para que Moçambique conseguisse impor-se em África e escrever o nome do país no mundo, e para tal seriam criadas condições de trabalho e premiação, de modo a que os “Mambas” se preocupassem apenas em honrar os moçambicanos em todos os jogos. Simango comprometia-se ainda, como presidente da FMF, a criar todas as condições para que a Selecção Nacional A lutasse pela qualificação para todos os CANs e Mundiais.

No entanto, é bom que se diga que, quando Alberto Simango Júnior e o seu elenco tomaram posse, a selecção quase hipotecara a possibilidade de qualificação para o CAN-2017, depois de ter perdido com o Ruanda, em casa, e com as Maurícias, fora de portas, adversários teoricamente acessíveis. Em consequência desses resultados, João Chissano, seleccionador nacional, deixara o cargo para Mano-Mano, o qual também foi infeliz. Simango procurou encontrar um novo seleccionador, uma vez que em Novembro do ano passado os “Mambas” teriam pela frente o Gabão para os jogos da única eliminatória de acesso à fase de grupos com vista ao próximo Mundial.

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Joca Estêvão/Luís Muianga