Engoli sapos enquanto presidente da FMF

As eleições da última quinta-feira na Federação Moçambicana de Futebol (FMF) abrem um novo ciclo para o futebol moçambicano, com Alberto Simango Júnior ao leme. Na hora de despedida, o presidente cessante, Feizal Sidat, falou dos oito anos em que foi presidente de direcção da FMF.

– Como é que descreve o caminho que percorreu até este momento da retirada?

- Muita coisa foi feita e é bom que se reconheça que muito também ficou por ser feito. Mas o mais destacável e difícil foi tentar rejuvenescer a Selecção Nacional depois da reforma daquela que, durante muito tempo, foi a espinha dorsal dos “Mambas”. Falo concretamente da geração dos Tico-Tico, Dário, Kampango, Genito e muitos outros. Em termos administrativos, tínhamos o grande desafio de dar uma morada condigna ao nosso futebol e o fruto é que hoje a federação conta com um património tão importante que se compara com o de algumas selecções europeias. Em termos gerais, dou a missão como cumprida naquilo que foi a minha obrigação como presidente da Federação Moçambicana de Futebol. Engoli muitos sapos ao longo da caminhada, como era normal, mas saio com cabeça erguida e com missão de dever cumprido. 

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